O antes e o depois
O contexto
A Villani Cosmeticos, distribuidora de cosméticos em Belo Horizonte / MG, é uma empresa familiar com 30 funcionários CLT, operação de estoque, separação e entrega. Grau de risco 2 (comércio atacadista). Dona: Marluz Villani, mesma pessoa que fundou a Cumply.
Quando a atualização da NR-1 em 2024 introduziu a obrigatoriedade de avaliação de riscos psicossociais, a Marluz fez o que toda dona de empresa faria: pediu orçamento para consultorias locais. Três propostas chegaram: R$ 28 mil, R$ 24 mil e R$ 31 mil, todas com prazo de 30-60 dias de execução.
"Achei absurdo. É quase um mês de folha de pagamento da Villani. E eu sabia que, se era caro pra mim que tenho empresa há 12 anos, era caro demais pra qualquer vizinho meu do comércio. A fiscalização ia chegar em 2026 e a conta que estavam pedindo pra cumprir uma norma simplesmente ia quebrar muita empresa pequena."
— Marluz Villani, fundadora da Villani Cosmeticos e da Cumply
O que a Villani fez
Dia 1 — Cadastro e envio de convites
Marluz criou conta no Cumply e cadastrou os 30 funcionários via upload de CSV (lista que já tinha pro ponto eletrônico). Em 15 minutos os convites foram enviados por email + WhatsApp pros colaboradores responderem o questionário COPSOQ-BR. Tempo de cadastro: 18 minutos.
Dia 1 (mesma tarde) — 70% já haviam respondido
Por ser questionário anônimo (colaborador sabe que respostas não são associadas ao nome), a taxa de resposta foi alta. Dentro de 4 horas, 21 dos 30 tinham respondido. O sistema mostrou em tempo real quem faltava (sem revelar o que cada um respondeu).
Dia 2 — Score, plano de ação e PGR automaticamente
Com 28 respostas (93% do time), o Cumply gerou o score das 7 dimensões: 5 em nível favorável, 1 intermediária (Demandas), 1 desfavorável (Insegurança — resultado de um corte recente de 2 funcionários). Gerou também o PGR completo em PDF, Plano de Ação sugerido e Ordens de Serviço por função.
Dia 2 (tarde) — Revisão e assinatura
Como Villani é grau 2 com < 100 funcionários, a Marluz pôde assinar como responsável legal (OT SIT 03/2023). Um técnico de segurança amigo da família revisou em 40 minutos, confirmou que estava aderente e assinou como co-revisor. Selo NR-1 emitido e link público gerado.
Dia 3 — Comunicação ao time
Reunião de 20 minutos explicando o resultado pros funcionários (em linguagem de negócio, não clínica): "nossa empresa tem clima bom em geral, temos um ponto de atenção sobre segurança no emprego por conta do corte recente, vamos comunicar melhor os próximos passos do plano de crescimento". Plano de ação foi colocado em prática na semana seguinte.
Resultado além do cumprimento legal
A parte óbvia foi ficar em dia com a NR-1. A parte inesperada foi descobrir um problema real de gestão que a Marluz não tinha visto: o corte de 2 funcionários há 4 meses havia gerado insegurança generalizada no time. Ninguém tinha falado diretamente, mas o score de Insegurança saiu em 71 (desfavorável).
Em resposta, a empresa passou a fazer comunicações trimestrais transparentes sobre plano de negócio e saúde financeira. Após 6 meses, o questionário foi aplicado de novo: Insegurança caiu de 71 pra 34 (favorável). E o turnover voluntário caiu 60% no mesmo período.
Indicadores medidos (Villani, jan/2026 vs jul/2026):
- Score Insegurança: 71 → 34 (redução de 52%)
- Turnover voluntário trimestral: 5 saídas → 2 saídas
- Absenteísmo por doença: 4,3% → 2,8% (CID-10 incluindo F32, F41)
- NPS interno (opcional, aplicado junto): 32 → 61
"Paguei R$ 289 por mês no Cumply contra os R$ 28 mil da consultoria. Só que a consultoria ia me entregar um PDF e ir embora. O Cumply vira uma ferramenta permanente de gestão: aplico o questionário de novo a cada 6 meses, vejo a evolução, ajusto o que não tá funcionando. Foi o único investimento em gestão que mostrou impacto em métrica financeira no mesmo ano."
— Marluz Villani
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